A Reforma Tributária avança com dois marcos regulatórios fundamentais, ambos publicados em 13 de janeiro de 2026. Portanto, essas mudanças impactam diretamente a rotina fiscal das empresas e exigem preparação imediata.
Desenvolvida pela Receita Federal em parceria com o Serpro, a plataforma foi lançada em 13 de janeiro de 2026 e representa, assim, a base digital oficial para o novo sistema tributário brasileiro.
Objetivo: Simplificar obrigações fiscais e reduzir litígios tributários através da digitalização e automação dos processos.
O PLP 108/2024 foi sancionado em 13 de janeiro de 2026, instituindo o Comitê Gestor do IBS (CG-IBS), com representantes da União, estados, Distrito Federal e municípios. Além disso, a lei regulamenta o contencioso administrativo tributário e a distribuição da arrecadação entre os entes federativos.
Benefícios esperados: Em resumo, o Comitê garante a uniformidade do cashback, agiliza a devolução de créditos e reduz litígios através da transparência nos processos tributários.
A transição ao novo modelo exige preparação imediata das estruturas fiscais e operacionais das empresas.
Ações necessárias:
Notas fiscais: Destacar alíquotas-teste (CBS 0,9% | IBS 0,1%) nas emissões
Sistemas: Atualizar ERPs para integração com a Plataforma RTC
Processos: Implementar controle automatizado de créditos tributários e preparar compliance para CBS e IBS
Diante disso, as mudanças regulatórias da Reforma Tributária demandam atenção e planejamento. O DGN Advogados acompanha de perto as atualizações regulatórias da Reforma Tributária para orientar empresas nessa transição.
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